Por Equipe Last Followed · Publicado 16 de setembro de 2026 · Atualizado 16 de setembro de 2026 · Leitura: 13 min

Em setembro de 2026, o Instagram ultrapassa dois bilhões de usuários ativos. Uma parcela crescente desses usuários verifica o histórico de seguimentos recentes de perfis públicos antes de aceitar um parceiro romântico, fechar contrato com um influenciador ou contratar alguém. A pergunta que surge logo depois é sempre a mesma: isso é legal?
A resposta curta é sim. Acessar dados públicos do Instagram, incluindo o histórico de quem alguém seguiu, é legal no Brasil sob a LGPD e alinhado com o precedente americano hiQ Labs v. LinkedIn, o julgamento de referência global em direito do acesso a dados públicos de redes sociais. O que existe são limites, e conhecê-los separa o uso legítimo do uso problemático.
Este guia apresenta a análise jurídica completa, a avaliação de segurança para a conta e o dispositivo, e uma lista de verificação em oito pontos para identificar qualquer ferramenta que represente risco real.
Pontos-chave
- Acessar dados públicos do Instagram é legal no Brasil com base na LGPD (art. 7º, IX) e no precedente internacional hiQ Labs v. LinkedIn (9th Cir. 2022).
- A Meta pode proibir certos usos em seus Termos de Uso, mas não tem meios eficazes para punir usuários que consultam dados públicos via ferramentas legítimas de terceiros.
- Ferramentas que pedem a senha do Instagram são a única categoria de risco real para a conta. Ferramentas baseadas em dados públicos não ativam alertas do Instagram.
- Coleta em escala industrial, finalidade comercial sem consentimento e uso para assédio são os limites onde o rastreamento deixa de ser legal.
- A verificação pessoal e pontual de um perfil público enquadra-se plenamente no interesse legítimo previsto na LGPD.
Resposta curta: sim, com limites importantes
Rastrear dados públicos do Instagram é legal no Brasil e na maioria das jurisdições ocidentais. O fundamento jurídico é o interesse legítimo previsto no artigo 7º, inciso IX da LGPD, combinado com o precedente hiQ Labs v. LinkedIn, que definiu que acessar dados tornados públicos pelo próprio usuário não configura acesso não autorizado. Os limites estão na finalidade, na escala e no contexto.
Verificar os seguimentos recentes de um perfil público antes de uma primeira data, confirmar a identidade de um influenciador antes de fechar uma parceria paga, ou avaliar se um candidato tem perfil compatível com o currículo apresentado são usos dentro da fronteira legal. Construir bancos de dados comerciais com esses dados sem base jurídica, usá-los para intimidar alguém ou automatizar o acesso em escala industrial são usos que ultrapassam essa fronteira com clareza.
Para entender como verificar um perfil do Instagram de forma prática e anônima, o guia sobre como verificar se uma conta do Instagram é real apresenta os quatro métodos complementares aplicáveis a qualquer conta pública.
O que abrange o "rastreamento do Instagram" do ponto de vista jurídico?
O termo cobre quatro tipos distintos de atividade, e a análise legal de cada um varia de forma relevante. Visualizar um perfil público sem autenticação é sempre legal. Usar uma ferramenta de terceiros para organizar dados públicos de forma cronológica também é, em regra, legal. Arquivar esses dados para uso posterior em escala entra em zona cinzenta. Usar esses dados para segmentar, intimidar ou extorquir alguém é ilegal em qualquer jurisdição.
A distinção central da LGPD é entre dado pessoal e dado pessoal sensível. O nome de usuário, as fotos e a lista de seguidos de um perfil público são dados pessoais que o titular tornou voluntariamente acessíveis a qualquer pessoa com acesso à internet. Isso cria uma expectativa razoável de acessibilidade. Dados de localização precisa, dados de saúde ou dados financeiros são categorias sensíveis com proteção reforçada, que o Instagram não expõe publicamente por padrão.
O quadro jurídico também distingue o ato de visualizar do ato de processar em larga escala. Um usuário que consulta pontualmente o histórico de seguimentos de um perfil público para uma finalidade pessoal razoável está em posição jurídica muito diferente de uma empresa que coleta e processa milhões de perfis sem finalidade declarada.
Cápsula de citação: A LGPD (Lei 13.709/2018) classifica como dado pessoal qualquer informação que identifique ou permita identificar uma pessoa natural. O artigo 7º, inciso IX autoriza o tratamento baseado em interesse legítimo quando proporcional e não prejudicial aos direitos fundamentais do titular. Fonte: Planalto, Lei 13.709/2018
Qual é o precedente hiQ Labs v. LinkedIn e por que ele importa?
Em abril de 2022, o Nono Circuito federal dos Estados Unidos julgou que o acesso a dados públicos de redes sociais não viola a Computer Fraud and Abuse Act (CFAA). O tribunal decidiu de forma explícita que dados que qualquer visitante pode ver sem autenticação não podem ser classificados como "acesso não autorizado" na lei americana. É o precedente de referência global para ferramentas que trabalham com dados públicos do Instagram.
O caso envolveu a hiQ Labs, empresa que usava dados públicos do LinkedIn para análises corporativas. O LinkedIn tentou bloquear o acesso e argumentou que havia violação da CFAA. O tribunal rejeitou o argumento integralmente, ordenou ao LinkedIn que cessasse o bloqueio e emitiu uma opinião que se tornou guia interpretativo para advogados e empresas de tecnologia em todo o mundo.
O precedente não é juridicamente vinculante no Brasil, mas a Electronic Frontier Foundation, que atuou como amicus curiae no caso, publicou análise detalhada sobre por que a lógica do julgamento se aplica a qualquer sistema jurídico que proteja o acesso à informação pública. A análise da LGPD e do GDPR europeu chegam à mesma conclusão por caminhos diferentes.
Cápsula de citação: A decisão do 9th Circuit em hiQ Labs v. LinkedIn estabeleceu que acessar dados publicamente disponíveis em redes sociais não constitui crime informático nos termos da CFAA americana. A Electronic Frontier Foundation documentou o impacto da decisão além das fronteiras dos EUA, identificando-a como referência para qualquer jurisdição com framework similar. Fontes: 9th Circuit Opinion; EFF, hiQ v. LinkedIn
O que a LGPD determina sobre dados públicos do Instagram?
A LGPD, em vigor no Brasil desde 2020 com enforcement pleno desde 2021, permite o tratamento de dados pessoais sem consentimento explícito quando há base jurídica alternativa. Para dados públicos do Instagram, a base mais aplicável é o interesse legítimo do artigo 7º, inciso IX. Uma pessoa com finalidade razoável, como verificar a identidade de um parceiro romântico ou de um prestador de serviço, tem base legal para consultar dados públicos de perfis do Instagram.
A proporcionalidade é o critério-chave que a ANPD usa para avaliar se um tratamento por interesse legítimo é lícito. O interesse do responsável pelo tratamento precisa ser balanceado contra os direitos do titular. Quanto mais invasiva ou volumosa a coleta, mais fraca fica a justificativa. Uma consulta pessoal e pontual de um único perfil tem balanceamento claramente favorável. A coleta automatizada de milhares de perfis para fins não declarados não tem base sustentável.
Cápsula de citação: A ANPD é o órgão regulador responsável pela aplicação da LGPD no Brasil. A autoridade adota o critério de proporcionalidade para avaliar se um tratamento de dados baseado em interesse legítimo é lícito: quanto menor o impacto sobre o titular e mais razoável a finalidade, mais sólida a base jurídica. Fonte: ANPD
A LGPD se alinha, em estrutura, ao Regulamento Geral de Proteção de Dados europeu (GDPR), que adota a mesma base de interesse legítimo no artigo 6(1)(f). Usuários brasileiros residindo em Portugal, Espanha, França ou Itália têm proteção equivalente sob o GDPR. A lógica é a mesma: dados públicos não ficam fora do escopo da lei, mas têm base jurídica mais acessível para tratamentos com finalidade pessoal razoável.
Cápsula de citação: O GDPR europeu admite o tratamento de dados pessoais com base em interesse legítimo quando não prevalecido pelos direitos do titular (art. 6(1)(f)). A LGPD brasileira adota estrutura equivalente. Usuários em ambos os territórios têm base legal similar para consultas pessoais de dados públicos de perfis do Instagram. Fonte: EUR-Lex, GDPR consolidado em português
Para uma análise jurídica mais aprofundada específica para o Brasil, o artigo sobre dados públicos do Instagram e a lei brasileira cobre os detalhes da LGPD, a posição da ANPD e os limites do interesse legítimo com mais detalhe do que é possível aqui.
Os Termos de Uso da Meta proíbem rastrear o Instagram?
Os Termos de Uso da Meta proíbem o acesso automatizado sem permissão prévia e o uso dos dados para finalidades comerciais não autorizadas. Não proíbem, e juridicamente não conseguiriam proibir, que uma pessoa consulte dados públicos de perfis do Instagram de forma pessoal. O escopo dos termos abrange o que você faz com os dados e como acessa a plataforma, não o fato de consultar dados que o Instagram expõe abertamente.
A Meta tem capacidade limitada para monitorar o acesso de usuários a dados públicos via ferramentas legítimas de terceiros. Nenhuma ferramenta baseada exclusivamente em dados públicos ativa alertas do Instagram para o perfil consultado nem para o usuário que realiza a consulta. A infraestrutura de detecção da plataforma foca em acessos que tentam contornar autenticação ou em comportamentos automatizados em escala, não em visualizações individuais de páginas públicas.
A fronteira prática entre uso permitido e uso proibido pelos termos da Meta: uso pessoal, pontual e não comercial de dados públicos fica em posição defensável. Uso automatizado em larga escala, uso para targeting publicitário sem autorização ou uso para fingir ser outra pessoa são claramente proibidos tanto pelos termos quanto pela lei brasileira.
Cápsula de citação: Os Termos de Uso da Meta proíbem o uso automatizado e comercial não autorizado dos dados do Instagram. Consultas pessoais de perfis públicos não são explicitamente proibidas e não são tecnicamente distinguíveis de uma visita comum ao perfil via navegador. Fontes: Meta Terms of Service; Meta Platform Policy
Rastrear o Instagram coloca a sua conta em risco?
Não, quando a ferramenta usada opera exclusivamente com dados públicos e não solicita a senha do Instagram. Ferramentas legítimas como o Last Followed consultam apenas informações que qualquer visitante não autenticado poderia ver acessando diretamente o perfil. O Instagram não recebe nenhuma notificação diferenciada e o perfil consultado não é alertado. A consulta é anônima do ponto de vista da plataforma.
O único cenário de risco real para a conta é usar ferramentas que pedem acesso autenticado, seja via senha direta, seja via autenticação OAuth com permissões amplas. Nesses casos, a ferramenta tem acesso às mensagens diretas, à lista de seguidores privados e a outros dados não públicos. Se a ferramenta for maliciosa ou for comprometida por terceiros, a conta fica inteiramente exposta. A verificação mais rápida é simples: a ferramenta pede a senha antes de mostrar qualquer resultado? Se sim, feche a aba.
Cápsula de citação: O Meta Transparency Report de 2024 registrou 691 milhões de ações contra contas comprometidas e falsas no segundo semestre do ano. A maioria dos comprometimentos começa com credenciais fornecidas a aplicativos de terceiros não confiáveis. Ferramentas que operam apenas com dados públicos não participam desse vetor de ataque. Fonte: Meta Transparency Center
Para verificar os seguimentos recentes de qualquer conta pública de forma completamente anônima, acesse quemsegue.com/pt/followers. Nenhum login é necessário. O perfil consultado não recebe nenhum aviso.
Aplicativos de rastreamento podem infectar seu dispositivo?
Sim, quando a ferramenta não é legítima. Aplicativos que fingem rastrear o Instagram, mas exigem instalação de software, concedem acesso às notificações do dispositivo, ou redirecionam para páginas de pagamento antes de apresentar qualquer resultado, são candidatos a malware ou phishing. O Norton identifica aplicativos falsos de "visualizador de Instagram" como vetor frequente de roubo de credenciais e instalação de adware em dispositivos Android e iOS.
Ferramentas legítimas baseadas em web, sem instalação de app, não têm acesso ao sistema de arquivos nem às credenciais armazenadas no dispositivo. O risco de malware é essencialmente zero para ferramentas que rodam inteiramente no navegador e operam sobre dados públicos. A distinção entre os dois modelos é objetiva: se o serviço existe apenas na web, nunca pede senha e não requer instalação de nada, o risco ao dispositivo é mínimo.
Aplicativos que prometem mostrar quem visitou seu perfil, quem te segue em segredo ou o conteúdo de contas privadas são invariavelmente fraudulentos. Nenhuma dessas funcionalidades é tecnicamente viável com dados públicos. A promessa impossível é o sinal de alerta mais confiável.
Cápsula de citação: O Norton aponta aplicativos falsos de visualização do Instagram como um dos vetores mais comuns de golpes de catfishing e roubo de credenciais em redes sociais. A característica central desses apps é prometer acesso a contas privadas ou a listas de visitantes do perfil, funcionalidades que nenhuma ferramenta legítima consegue oferecer. Fonte: Norton Blog
Lista de verificação de segurança em 8 pontos
Antes de usar qualquer ferramenta de rastreamento do Instagram, aplique esta lista. Uma falha em qualquer um dos quatro primeiros itens é motivo suficiente para não usar o serviço.
Para uma análise mais detalhada das ferramentas de rastreamento disponíveis em 2026 e como cada uma se sai nesses critérios, veja o guia completo de ferramentas para ver o Instagram em 2026.
Verificações obrigatórias:
1. A ferramenta pede a senha do Instagram? Se sim, feche a aba imediatamente. Nenhuma ferramenta legítima baseada em dados públicos precisa da sua senha. Ferramentas que pedem senha têm acesso total à conta e podem roubá-la, vendê-la ou usá-la para spam.
2. A ferramenta exige instalação de aplicativo? Prefira sempre ferramentas que rodam no navegador, sem instalação. Apps que exigem download podem conter malware ou software de espionagem que opera mesmo quando o app não está aberto.
3. A ferramenta promete acessar contas privadas? Nenhuma ferramenta legal consegue fazer isso. Qualquer serviço que faça essa promessa está mentindo e provavelmente tentando roubar suas credenciais ou seu dinheiro.
4. A ferramenta tem HTTPS e certificado SSL válido? Verifique o ícone de cadeado na barra de endereço antes de inserir qualquer informação. Sem HTTPS, qualquer dado transmitido pode ser interceptado em rede pública.
Verificações recomendadas:
5. Existe uma política de privacidade transparente? Ferramentas sérias publicam o que coletam, como armazenam os dados e por quanto tempo os retêm. A ausência de política de privacidade é sinal de operação descuidada ou intencionalmente opaca.
6. Há uma empresa ou entidade identificável por trás do serviço? Verifique se existe um nome de empresa, endereço ou contato publicado. Ferramentas sem responsável identificável têm incentivos menores para proteger os dados dos usuários.
7. A ferramenta cita a base jurídica para sua operação? Serviços que operam em dados públicos devem, em algum lugar, indicar que trabalham exclusivamente com dados públicos e que não acessam dados privados sem autorização. A transparência sobre o modelo de operação é sinal de serviço legítimo.
8. A ferramenta foi avaliada por fontes independentes? Busque por avaliações em sites de tecnologia como Techtudo, Canaltech ou Tecnoblog, ou no Reclame Aqui. A ausência de qualquer menção em fontes independentes pode indicar produto novo ou operação questionável.
Quando verificar uma conta vira assédio, e o que fazer
Verificar pontualmente o perfil público de alguém por uma razão razoável é completamente diferente de monitorar sistematicamente os movimentos de uma pessoa para intimidá-la, segui-la fisicamente ou exercer controle sobre ela. A fronteira é de finalidade e frequência, não de tecnologia. A mesma ferramenta que permite verificar a identidade de um parceiro novo pode, usada de forma obsessiva e contínua, configurar perseguição tipificada em lei.
O Brasil tipifica o stalking como crime desde 2021, no artigo 147-A do Código Penal, com pena de reclusão de um a dois anos mais multa, com agravantes para perseguição de mulheres ou de pessoas com quem o agressor manteve relação afetiva. A lei se aplica ao comportamento de perseguição repetida, não à consulta isolada de dados públicos. O que transforma uma consulta legítima em perseguição é a repetição sistemática com o objetivo de ameaçar, intimidar ou controlar a vítima.
A verificação cruzada de identidade antes de encontros pessoais, como no contexto de aplicativos de relacionamento, é o caso de uso mais comum e está inteiramente dentro da legalidade. O artigo sobre como identificar uma conta falsa do Instagram descreve esse processo de forma prática e dentro dos limites éticos.
Se você suspeita que alguém usa ferramentas de rastreamento para monitorá-la de forma obsessiva, as opções práticas são: tornar a conta privada, o que remove os dados do acesso público; bloquear o usuário em questão; e registrar boletim de ocorrência documentando os comportamentos que configuram perseguição com data e hora específicas.
Cápsula de citação: A Pew Research Center documenta que o comportamento de monitoramento obsessivo em redes sociais está associado a padrões de relacionamento controladores. A ferramenta por si não cria o problema: o comportamento subjacente e sistemático é o que define a perseguição. Consultas pessoais, pontuais e razoáveis não se enquadram nesse padrão. Fonte: Pew Research Center
Perguntas frequentes
Rastrear o Instagram é ilegal no Brasil? Não. Acessar dados públicos do Instagram é legal no Brasil com base no artigo 7º, inciso IX da LGPD, que permite o tratamento de dados por interesse legítimo quando proporcional aos direitos do titular. A consulta pessoal e pontual de um perfil público enquadra-se plenamente nesse interesse.
O Instagram avisa o dono do perfil quando alguém usa uma ferramenta de rastreamento? Não, quando a ferramenta opera apenas com dados públicos. Ferramentas que consultam dados públicos sem autenticação não geram nenhuma notificação para o perfil consultado. O Instagram registra visualizações autenticadas em funcionalidades específicas, como Stories, mas não em consultas de páginas públicas via ferramentas de terceiros.
A LGPD se aplica a dados que o próprio usuário tornou públicos? Sim. A LGPD protege todos os dados pessoais, incluindo os públicos. A diferença está na base jurídica disponível: dados públicos permitem tratamento por interesse legítimo sem necessidade de consentimento explícito, desde que a finalidade seja proporcional e razoável.
Uma ferramenta de rastreamento pode acessar mensagens diretas ou stories privados? Não, se operar apenas com dados públicos. Mensagens diretas são privadas por definição e nenhuma ferramenta legítima tem acesso a elas sem a senha do usuário. Stories visíveis apenas a seguidores aprovados também não estão disponíveis para ferramentas baseadas em dados públicos.
Posso usar o Last Followed para rastrear qualquer conta do Instagram? O Last Followed funciona com contas públicas. Contas privadas cujos seguimentos não são acessíveis publicamente não podem ser consultadas. O serviço não solicita senha e não acessa dados além do que qualquer visitante anônimo pode ver ao abrir o perfil no navegador.
Qual é a diferença entre rastreamento legítimo e espionagem ilegal? O rastreamento legítimo usa dados públicos, tem finalidade razoável e não envolve acesso não autorizado a dados privados. A espionagem ilegal envolve obtenção de acesso não autorizado a mensagens, fotos privadas ou localização sem consentimento. A fronteira está no tipo de dado e na forma de acesso, não na intenção subjetiva do usuário.
O que fazer se alguém me rastreia de forma obsessiva pelo Instagram? Torne a conta privada imediatamente: isso remove seus dados do acesso público. Bloqueie o usuário suspeito. Se o comportamento se repetir após essas medidas e configurar perseguição sistemática, registre boletim de ocorrência citando o artigo 147-A do Código Penal brasileiro e documente as datas e horários dos episódios.
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